de Radcliffe-Brown
Conheça nossos posts sobre “Radcliffe-Brown”.
Um marco fundacional da Antropologia Moderna.
Publicado originalmente em 1922, Os Insulares de Andaman não é apenas um relato etnográfico detalhado sobre os povos nativos do arquipélago no Golfo de Bengala. É a obra que consolidou a ruptura definitiva com o evolucionismo conjectural, lançando as bases do que viria a ser o funcionalismo estrutural.
Nesta tradução inédita, o leitor acompanha Radcliffe-Brown em sua investigação pioneira sobre como os costumes, os mitos e os rituais não são meras sobrevivências do passado, mas mecanismos vitais que mantêm a coesão e a sobrevivência de uma sociedade. Ao analisar as cerimônias de luto, as danças e o significado social da alimentação entre os andamaneses, o autor responde a uma pergunta fundamental: qual é a função social dessa crença ou prática?
A relevância desta obra hoje reside na sua capacidade de demonstrar o vigor do método etnográfico clássico e a transição teórica fundamental da disciplina, que sob o olhar de Radcliffe-Brown deixou de buscar “origens” perdidas para focar nas leis que regem as estruturas sociais.
Suas reflexões sobre rituais e sentimentos coletivos não apenas influenciaram gigantes como Durkheim e Lévi-Strauss, mas continuam a oferecer ferramentas essenciais para compreender a antropologia como uma ciência das leis sociais.
Este livro é um manifesto sobre as estruturas invisíveis que mantêm os grupos humanos unidos, tornando-se uma leitura indispensável para sociólogos, antropólogos e todos os interessados na engrenagem da vida em sociedade.
ISBN 9786501876986
Número de páginas 529
Edição 1 (2026)
Formato A5 (148×210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Idioma Português


